Pois é, Rafs. É Jeová pra cá, Maria pra lá, Alá pra cá, Moisés pra lá, Cristo pra cá, Maomé pra lá. Não param nunca. É como alguém q tá sempre citando Shakespeare, e SÓ Shakespeare.
• Cai um lenço e a pessoa diz: “Como dizia o mestre Shakespeare em Othello, 4° ato, cena 1: «Handkerchief—confessions—handkerchief! To confess, and be hanged for his labor.» ”
• Surge um gato e a pessoa diz: “Bem diz o bardo em Macbeth, 1° ato, cena 7: «Letting ‘I dare not’ wait upon ‘I would,’ like the poor cat i’ th’ adage?» ”
• Alguém responde à uma pergunta e a pessoa diz: “Ah, já dizia o poeta de Stratford em Hamlet, 3° ato, cena 1: «Niggard of question, but of our demands most free in his reply.»”
Todo name-dropper sempre acha q tá dizendo uma coisa importantíssima, incalável, porque foi supostamente dita por alguém importante.
Monge, O significado de ‘name-dropper’ é “pessoa q fica mencionando nomes de gente importante pra ostentar uma familiaridade com essa gente”. No caso aqui, “essa gente” é os personagem bíblico, tipo Abraão &c.
Aí vc vem e diz q não importa q o name-dropper ostente essa familiaridade, contanto q faça sentido aquilo q ele diz. Mas a questão posta é **justamente** q aquilo q ele diz não faz sentido, pois trata-se, em essência, duma falsa familiaridade. A maioria de judeus/cristãos/muçulmanos de hoje é como um taitiano semi-letrado interesseiro tentando elucubrar pomposamente sobre Ingólfur Arnarson e a fundação de Reykjavík: primeiro, vai entender tudo errado; segundo, os evento na Islândia do século 9 nada tem à ver com o Taiti de hoje; terceiro, todos sabem q a pomposidade é uma tentativa de exercer comando.
7 comentários:
It took me a while to get this one. Well... it is right.
Pois é, Rafs.
É Jeová pra cá, Maria pra lá, Alá pra cá, Moisés pra lá, Cristo pra cá, Maomé pra lá. Não param nunca. É como alguém q tá sempre citando Shakespeare, e SÓ Shakespeare.
• Cai um lenço e a pessoa diz: “Como dizia o mestre Shakespeare em Othello, 4° ato, cena 1: «Handkerchief—confessions—handkerchief! To confess, and be hanged for his labor.» ”
• Surge um gato e a pessoa diz: “Bem diz o bardo em Macbeth, 1° ato, cena 7: «Letting ‘I dare not’ wait upon ‘I would,’ like the poor cat i’ th’ adage?» ”
• Alguém responde à uma pergunta e a pessoa diz: “Ah, já dizia o poeta de Stratford em Hamlet, 3° ato, cena 1: «Niggard of question, but of our demands most free in his reply.»”
Todo name-dropper sempre acha q tá dizendo uma coisa importantíssima, incalável, porque foi supostamente dita por alguém importante.
Name-dropping abre portas... desde antes da invenção da porta.
Monge,
E vc acha q faz, né? :D
Monge,
O significado de ‘name-dropper’ é “pessoa q fica mencionando nomes de gente importante pra ostentar uma familiaridade com essa gente”. No caso aqui, “essa gente” é os personagem bíblico, tipo Abraão &c.
Aí vc vem e diz q não importa q o name-dropper ostente essa familiaridade, contanto q faça sentido aquilo q ele diz. Mas a questão posta é **justamente** q aquilo q ele diz não faz sentido, pois trata-se, em essência, duma falsa familiaridade. A maioria de judeus/cristãos/muçulmanos de hoje é como um taitiano semi-letrado interesseiro tentando elucubrar pomposamente sobre Ingólfur Arnarson e a fundação de Reykjavík: primeiro, vai entender tudo errado; segundo, os evento na Islândia do século 9 nada tem à ver com o Taiti de hoje; terceiro, todos sabem q a pomposidade é uma tentativa de exercer comando.
Portanto… Né?
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