24 março 2014

Cabeça de papel

Nosso edênico doutor anda afastado de sua clínica por motivos drolástico. Atacado de hipergelastia. Não consegue parar de rir. É família marchando com Deus pra cá, é três militares pingado fazendo passeata por intervenção-não-golpe pra lá, é histeria de todo tipo pra todo lado sobre copa, comunismo, corrupção &c.

Assim não dá. O doutor tem uma missão humanitária, pô. ¿Como é q pode diagnosticar, tratar e prognosticar tanta hipoplausibilose, si não pára de gargalhar?

Hoje mesmo, viu um vídeo dum pequeno populacho em q figurava como fogoso personagem principal um total tronho vestindo boné de camuflagem e camiseta branca, brandindo um livro dum tal de Olavo de Carvalho e clamando “Eu sou inteligente, eu tenho cultura.” Vejam aqui si não é pra explodir o bafo de rir.

A parte da inteligência pode ser descartada de cara. Pq pô, né?, o fulano me sai äs rua de boné camuflado e camiseta branca. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Noutras palavra, ele não quer q sua cabeça seja avistada, mas coloca seus órgão vital em evidência. Si alguém lhe desse um sopapo na zorelha, o estapeador poderia argumentar, em sua defesa, q não viu aquele apêndice supra-torácico tão bem camuflado acima da brilhância OMO da regata de estivador.

Mas o q salta aos olho, com suas letra vermelha e cinza, é o título do livro q o rapaz empunha em vade retro. O título é (com a ortografia corrigida) «o mínino q vc precisa saber pra não ser um idiota», escrito, repito, por um tal de Olavo de Carvalho, astrólogo.

Hm.

Olha, não sei de vcs, viu, mas o Dr Plausível riu pacas disso aí.

Pois, vejam bem, pra não ser idiota ¿é preciso SABER alguma coisa? Claro q não, seu tosco. Conhecimento não tira ninguém da idiotia – e deve ser bem por isso q (tal como grande parte da escola brasileira, q ainda não entendeu Anízio Teixeira) o Carvalho confunde ‘informação’ com ‘raciocínio’. Ele acha q o *saber* aumenta a *inteligência* duma pessoa. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

A pessoa é tanto menos idiota qto melhor raciocina, não qto mais ela sabe: não há correlação entre grau de idiotia e cabedal de informações. Pelo jeito, falta à esse Carvalho o saber q há centenas de idiots savants pelo mundo, regurgitando instantaneamente milhões de informações armazenada em suas cachola. Mas há, sim, uma correlação entre grau de idiotia e tendência à correlacionar inteligência com informação: qto mais idiota, tanto mais o indivíduo pensa q capacidade de armazenar informações é sinal de inteligência.

Pra quem acha q o simulacro de pracinha na turba berrando livro hipoplausibilético é alvo fácil, digo q sim, nosso humanista compreende vossa dor. Mas pô, é tanta gargalhada ùltimamente, q ele äs vez já nem sabe mais por quê tá cuspindo as tripa.

Alguém, por favor, dê-lhe uma bicuda no joelho pra ele parar um pouquinho, q os vizinho já tão reclamando.

15 comentários:

Pracimademoá disse...

Hmm... Divertido como sempre, Dr. Mas ouso discordar... como sempre. :-)

Não concordo muito com a forma da exposição do seu raciocínio. Acho que deu a entender que quem busca informação é idiota.

Eu acho que o grande erro está nas FÓRMULAS. Eu tenho implicância com fórmulas desde criança. O que vejo nesse encontro da Pororoca -- de um lado, a esquerda progressista marxista coitadista, e do outro a direita raivosa, conservadora, vigilante e intolerante -- é um ridículo embate de fórmulas. O ser humano mediano -- pior que os verdadeiros idiotas -- se apega muito fácil a fórmulas como solução para todos os males e felinos de pelagem escura que lhe cruzam os caminhos. Logo transforma a fórmula em paroxismo como quem adiciona amendoim na catuaba e... lógico: perde ainda mais noção da realidade.

A vida é absolutamente agnóstica e alheia a paroxismos. Só mesmo homúnculos primatas para acreditarem nessa besteira, porque nem um periquito acreditaria em paroxismos se pudesse sentar-se a uma mesa da Mercearia São Pedro e filosofar enquanto mastigasse cerveja com uma porção de alpiste. (Aliás, é bem capaz que a MSP sirva porções de alpiste.) O coitadismo exagerado e desleixado se encontrando com o rigor vaidoso e alucinado forma um casal daqueles em que "os dois se merecem". E deixe que se esganem.

Eu busco mais e mais informação sempre, como um tubarão que nunca pára, mas não vejo na informação uma fórmula que me permita dar cabo de todos os dilemas feito um demonstrador de infomercial da madrugada e sair por aí arrotando santimônia. O que esses paladinos da estultícia precisam aprender é a seguinte frase mágica:

NÃO É BEM ASSIM

Não basta, mas é o começo. Passos de bebê.

Permafrost disse...

E aí Demoá? Tudo inriba?
Sei não. No começo, vc viajou na maiô. Buscar informação certamente não torna ninguém idiota. Mas si a pessoa já é idiota, não será a informação q vai tirá-la da idiotia. Uma evidência disso é o próprio título do livro, refletindo a idiotia do OdC em vários assunto (apesar de acertar episòdicamente). Então o texto não discorda de vc.
Mas o restante é isso mesmo q vc disse. A curva de Gauss ilustra bem: as duas extremidade radicalizam-se alardeando fórmulas, e o centrão é “agnóstico e alheio à paroxismos”, e sua resposta äs extremidade é “não é bem assim; menos, menos”.

Pracimademoá disse...

Então você leu o livro? Eu não li, e o seu texto dá uma certa impressão de que não leu também, pois só fala sobre o título. Só dei uma bizoiada no blog do cara uma vez e não me interessei.

Permafrost disse...

Não, não li. Mas já li algures algumas coisa incluída nele. Tbm já vi vários vídeo do autor, e vê-se q é um farsante boçal. Imita e copia material DESCARADAMENTE de radialistas ultra-republicano do Zeuá tais como Rush Limbaugh, Alex Jones e Bryan Fischer.

Alguns exemplo: diz q a Pepsi usa células de fetos abortado pra flavorizar o refrigerante (factóide chupado de Alex Jones); q o aquecimento global é uma mentira propalada pelo movimento gay (factóide chupado de Bryan Fischer); q Barack Obama nasceu no Quênia e tem certidão zeuaense falsificada (factóide chupado de Rush Limbaugh, q chupou de outros) &c &c. Bàsicamente, o OdC é um babacão q joga e brinca irresponsàvelmente com as paranóia e os pânico histérico dos radical conservador fundamentalista ultra-conservador belicista.

Ou seja, não preciso ler o livro dele; dá pra deduzir o q tem dentro. OdC segue o procedimento (pois é um procedimento, não um raciocínio) de olhar pruma situação complexíssima com milhares de detalhes, qualidades e defeitos, e pinçar dali APENAS as situação e informação q POSSAM ser interpretada do pior jeito possível, alimentando a certeza apavorada de q a esquerda tem uma VASTA conspiração pra escravizar o populacho à um ideário comunista ateu.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Tem q tomar muito chá de tonteira pra levar esse cara à sério.

Permafrost disse...

Aliás, deixando mais claro:
Olavo de Carvalho é uma pessoa deletéria, o q ele faz é vil. Mas ele não sabe disso, nem as olavetes. Não sabe pq ele e elas confundem 'informação' com 'raciocínio'. OdC armazena muitas informações, é realmente quase um idiot savant nesse aspecto; mas tbm, quase como um idiot savant, não raciocina direito. Ele não tem inteligência suficiente pra raciocinar corretamente. Ele junta trocentas informações q ele conecta na cabeça em combinações disparatadas, e tira uma conclusão q o convence (e convence as olavetes) por seu fator titilante: si lhe causa um prurido, uma fantasia, uma indignação, então as informações e a conclusão TÊM q ser verdadeiras.

Oncotô disse...

Dr., lembrei duma passagem dum livro que muito estimo: "A arte de escrever", de AS. Óia só:

"Em geral, estudantes e estudiosos de todos os tipos e de qualquer idade têm em mira apenas a informação, não a instrução. [...] Não ocorre a eles que a informação é um mero meio para a instrução, tendo pouco ou nenhum valor por si mesma, no entanto é essa maneira de pensar que caracteriza uma cabeça filosófica. Diante da imponente erudição de tais sabichões, às vezes digo para mim mesmo: Ah, essa pessoa deve ter pensado muito pouco para poder ter lido tanto!"

Por outro lado, o livro do pensador brasileiro se chama "O mínimo que precisa saber [...]". O título, é claro, é um disparate, mas também lembrei de uma postagem mais antiga (quando ainda não conhecia o blog) antagonizando "saber" e "crer", algo que me parece um tanto arbitrário, mas acho que o que acho ficaria meio deslocado aqui (a menor que o dr. queira hablar a respeito).

Oncotô disse...

Corrigindo: "[...] a menoS [...].

Permafrost disse...

Oncotô,
¡Citação muito bem sacada!
Fiquei contente por o Schopa concorda com o doutor –ou o inverso. Mas qdo vi ‘informação’ em oposição à ‘instrução’, me veio uma purgatraidoreia: devia ser erro de tradução. E, de fato, numa meia hora buscando pela internet, descobri q, onde se lê ‘instrução’ na tradução q vc leu, o original diz ‘Einsicht’. Essa palavra não tem correspondente em português, e quer dizer algo como ‘discernimento’, ‘compreensão profunda e abrangente’ (parente do inglês ‘insight’). Depois pesquisei um pouco mais e acabei descobrindo outro erro na tradução. O correto não é:
«Não ocorre a eles que a informação é um mero meio para a instrução, tendo pouco ou nenhum valor por si mesma, no entanto é essa maneira de pensar que caracteriza uma cabeça filosófica.»
O correto é:
«Nunca lhes ocorre q a informação é um mero meio prä compreensão profunda, tendo pouco ou nenhum valor por si mesma; q o q caracteriza a cabeça filosófica é o jeito como ela *pensa*.» (ou seja, como ela raciocina)
Aí então fiquei ainda mais contente por o Schopa concordar ainda mais com o doutor –ou ainda mais o inverso.

Já a oposição entre ‘saber’ e ‘crer’, é de outra ordem, e tem à ver com a cognição em si, com a (possibilidade duma) correspondência unívoca entre a realidade e sua imagem mental. ‘Saber’ é superior à ‘crer’, pois ‘crer’ ou sempre almeja tornar-se ‘saber’, ou sempre tá aquém do ‘saber’.

Oncotô disse...

(Saco, tinha escrito uma resposta mais longa, mas caiu a conexão e perdi tudo ;-(

Enfim, "saber" no nível empírico pode ser justificado como saber (quase) absoluto, mas em certas coisas como "SEI que nossos átomos têm origem em estrelas de bilhões de anos atrás", há aí, como alguém leigo em astronomia, uma crença, de categoria diferente das crenças não-científicas. Tinha desenvolvido melhor, mas é por aí.

Permafrost disse...

Oncotô,
Me recuso à chamar de ‘crença’ na Ciência o q é apenas uma ‘expectativa razoável’.
Pra mim, ‘saber’ é uma questão de âmbito. Tal como vc deu à entender aí, não existe ‘saber’ fora do âmbito pessoal do sabedor. Só posso dizer ‘sei’ ao me referir ao q diz respeito à minha própria vida: sei onde moro, quem me criou, como os dia se alternam com as noite, quê acontece com a água qdo a esquento &c. Posso afirmar a verdade completa desses fato, na medida em q “verdade” significa o q significa na face da Terra (ou seja, em nosso âmbito comum).
Mas ¿sei q a Terra gira em torno do Sol? q as placa tectônica são real? q o DNA é o elemento básico da vida? Tamos de acordo q não sei, claro –nem eu, nem ninguém. Essas verificação factual tão fora de meu âmbito empírico, mas ainda dentro dum âmbito pessoal importantíssimo: o RACIOCÍNIO q ampara essas idéia faz um sentido completo q explica as evidência tintim por tintim. Então não digo q SEI essas coisa; sei q o RACIOCÍNIO por trás delas é coerente, consistente e sadio, e assim posso usá-las como expectivas razoável nas interação com os outro e com a realidade.
No entanto, o q temos hoje é uma tal confiança na expectativa razoável sobre o q a Ciência nos diz, q a palavra ‘saber’ se tornou uma abreviação pros milhão de casos coordenado e verificado de “O Dr Cientista disse blablabla.” Por razões política e de auto-imagem, as pessoa fundem “uma pesquisa científica confirmada diz q X” com “Eu sei q X.”
Então, qdo ‘saber’ é visto pelo prisma do âmbito, não há nada à dizer sobre ‘crer’. As crença não contam, à menos q se use ‘crença’ trivialmente como uma abreviação pra “um passo hesitante em direção ao saber” –e essa é outra razão por quê ‘saber’ é muito superior à ‘crer’. Como o ‘saber’ sobre o q tá fora do âmbito pessoal só pode ser de segunda mão, então ‘crer’ mostra-se uma opção de vida ainda mais absurda do q parecia antes.

Oncotô disse...

Concordo quase totalmente, só questiono o que pode ser denominado "expectativa razoável", que seria uma espécie de crença, mas de categoria diferente da crença religiosa ou da crença conspiratória, crença aquela baseada não no fato em si mas nas inferências que certos dados e fatos trazem e toda a cadeia *raciocinatória* envolvida (preciso estudar mais epistemologia da ciência...). Mas aí talvez seja questão de nomenclatura.

Quando digo "crença científica" falo de algo que, muito propriamente, não é saber, mas algo que se aceita como verdadeiro em relação à realidade; todavia penso que, mais que pelo raciocínio com estrutura coerente e consistente - afinal, é coerente e consistente com os sentidos do primata nu que, por ex., o Sol gire ao redor da Terra, que é o que nossa experiência imediata antropocêntrica nos informa quando vemos o Sol "se mover" -, é a cadeia de raciocínio desenvolvida a partir de outros dados e fatos, que torna a explicação mais simples, na verdade a velha navalha de Occam em ação.

Acho que a questão é essencialmente probabilística: um saber, sendo empírico, é na maior parte das vezes mais provável que aquilo que eu chamaria uma "crença científica", que é mais provável que uma crença baseada em tradição ou costume.

Mas tá certo: hoje tem gente (um pouco menos extremista que o OdC e as olavetes amestradas) usando pesquisas científicas - muitas vezes inexistentes ou mal compreendidas - para endossar suas crenças pessoais. Isso mostra como as religiões e as crendices em geral são adaptáveis como barro para sobreviver.

Permafrost disse...

Oncotô,
Então. Uma coisa q não consegui deixar claro foi o seguinte:
O importante é o âmbito em q uma verdade é estabelecida como ‘saber’, dentro desse mesmo âmbito. Ou seja, o significado de ‘saber’ tbm tá, ele mesmo, dentro do âmbito.

Digamos q tamos todos dentro dum Matrix, q nada do q temos como verdade é, num nível acima, realmente verdade. Muita gente diria q, então, eu não *sei* onde moro, não *sei* nem q moro num lugar &c, pois só é possível saber o q é verdadeiro. Mas essa interpretação tá errada, pois DENTRO do âmbito do Matrix, é *justamente ISSO* q quer dizer ‘saber’: ‘saber’ é conhecer o q tá dentro do Matrix, e a realidade fora desse âmbito é totalmente irrelevante.

Qdo falo de ‘expectativa razoável’, tou me mantendo dentro do âmbito pra falar de certas idéia q, rigorosamente, não sei si pertencem ao âmbito, mas cujo raciocínio (q, esse sim, pertence ao âmbito) compreendo de cabo à rabo.

Defino ‘crer’ como afirmar idéias sobre âmbitos externo äquele em q o 'crer' tá –ou seja, uma nulidade tonta.

Pracimademoá disse...

Oncotô, seu newbie... Quando sei que vou escrever mais que umas 30 palavras, escrevo num editor de texto. Depois de pronto, colo o texto na caixinha de sugestões do estabelecimento visitado. Assim, nunca perco nada por causa de conexão ou de software, e ainda tenho um arquivo de boa parte de tudo que já postei na vida. Às vezes, é bom reler. Sempre acho que escrevia melhor quando era mais jovem e insensato. Faz assim você também.

Maria Isabel disse...

Segundo a etimologia da palavra idiota (que vc zuou no teu post do Dr. Plausível) ela vem do grego "idiótes" que em grego, se refere a quem nada enxerga além de si mesmo, que usa sua própria ignorância como régua do mundo. Sim, para estes, conhecer outros pontos de vista de um mesmo assunto, observar a realidade e refletir a respeito do que observa, estudar, ler, ouvir (mesmo que seja para discordar do que lê ou do que ouve) etc. podem minimizar a "idiotice"de alguém sim senhor! E como é que vc critica algo que não leu?? Ah, sim... vc faz o mesmo com a bíblia, entendi!!

Permafrost disse...

Maria,
Si vc dá como verdadeira até mesmo a “etimologia” q o F.Moura tirou da extremidade inferior de seu intestino grosso, ¿quê posso dizer? Tem dezenas de fontes q vc poderia ter consultado pra confirmar q a etimologia não é essa. Vc tomou como verdadeira aquela “etimologia” inventada e falaciosa, e repetiu, APENAS pq concorda com a ideologia política do F.Moura. Então pergunte-se: ¿qtas outra afirmação inventada e falaciosa sobre a realidade vc toma como verdadeira (e repete) APENAS pq concorda com a ideologia do inventor falacioso?

Sim, li o suficiente do Carvalho, do Constantino, do Moura, e até da Bíblia pra constatar q não valem o esforço. Não preciso ler uma obra toda pra descartá-la. Si um livro de aritmética é alardeado por seus promotor como “o tratado definitivo de matemática, sem o qual nenhum cálculo faz sentido,” e si, ao ler 2% desse livro, descobre-se q metade desses 2% contém fórmulas errada, contraditória e sem sentido, então já basta pra dizer q NÃO É “o tratado definitivo de matemática” e pra desconfiar q os promotor tão, na verdade, auto-promovendo-se. Então, si há milhares e milhares de autores e livros mais inteligente, menos simplista, mais valoroso pra se ler, ¿pra quê perder tempo com textos mal raciocinado e falacioso?

Veja tbm a falácia irônica na definição de ‘idiota’ q vc repetiu aí: si o idiota é aquele q toma à si mesmo como régua do mundo, ¿quê dizer do cristão, q tem a suprema arrogância de enviar missionários à todos canto e todas cultura do mundo pra tentar ensinar e forçar os outro à ser como ele mesmo? Segundo essa definição q vc mesma deu, todo cristão pode ser considerado idiota. ¿Percebe o q é raciocinar as coisa?

Postar um comentário

consulte o doutor