20 janeiro 2014

rolezinho, resumo


¿Não é?

5 comentários:

Refrator de Curvelo (na foto do perfilado, restos da reunião dos Menos que Um) disse...

Era. Mas, como diz a pragmática, já virou outra coisa quando mudaram de assunto, quando chamaram a PM e, putamerda, ELA VEIO! Daí pra sociologia apitar foi um pulo. E agora, rolezinho é tanta coisa que só de pensar em dar uma volta pelo quarteirão eu já fico pensando nas implicações político-partidárias do ato.

Permafrost disse...

HAHAHAHAHAHAHAHA
É capaz até q se volte à dizer, tal como se dizia em Paris em 68, q todo ato humano é um ato político.
¡Arreda, capeta!

arbo disse...

Volta e meia e meia volta estou lá eu de novo com aquele post do doutor, sobre cinismo & hipocrisia, na cabeça.
particularmente, a hipocrisia é língua materna de muitos "nas redes sociais" - é ainda mais fácil ter cara de pau com a cara escondida, por supuesto. Uma hipocrisia que é disseminada na rede, "compartilhada", e deve prestar contas às imagens edificantes dos egos que vemos desfilar por aí. Esta hipocrisia contamina, é claro, os "debates políticos" que assim se querem, políticos, que, por aquela, só fazem construir uma retórica vazia, mas com toda uma argamassa que, bem, ganha volume, pesa e faz sombra.
Acho que o doutor poderia voltar com aquele debate, que na minha cachola restou com menos amarrações do q talvez fosse possível.
Será possível?
http://drplausivel.blogspot.com.br/2009/05/teoria-na-pratica-e-outra.html

arbo disse...

(o q realmente me motivou, finalmente, a escrever aqui foi uma música do Arcade Fire, por sinal muito linda, Awful Sound (Oh Eurydice). Ela menciona uma "reflective age", mais bem tratada na música homônima do disco, Reflektor.
Estava lendo agora uma resenha sobre esse disco, em que se faz uma ligação direta com um ensaio do Kierkegaard. Aqui reproduzo uma citação dele e logo abaixo coloco o link da resenha:
“Therefore, one cannot really prosecute this generation, for its art, its understanding, its virtuosity and good sense lies in reaching a judgment or a decision, not in taking action.”
http://www.mbird.com/2013/11/arcade-fire-the-reflective-age-and-kierkegaard-oh-my/
Abraço, dr.)

Permafrost disse...

Arbo,
É, ficou muito fragmentado e mal acabado aquele texto sobre a diferença entre hipocrisia e cinismo, perguntando qual foi e é mais importante na construção da civilização. Tanto a hip. qto o cin. são inescapáveis; e como tudo q é inescapável, tanto construtivos qto destrutivos.
No entanto, eu não colocaria muita ênfase em qqer um dos dois nestes tempo recente de internêta, em q o q vem prevalecendo é a radicalização histérica —q tem à ver com a citação de Kierkegaard: numa interação social em q prevalece o texto, o intertexto e a interação entre textos, a opinião passa à parecer mais importante do q a ação. Não é. A opinião atrai o olho por (como disse ele) seu virtuosismo, mas a ação sempre prevalece, e sempre tem motivações mais profunda do q a opinião.
Por outro lado, a radicalização histérica usa de todas ferrramenta fácil à seu alcance imediato, e hipocrisia e cinismo são ferramentas facílima, junto com violência e geração de pânico. Então tbm tou sensível ao q vc disse aí —si é q minha compreensão foi por onde vc quis dizer.

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