29 outubro 2012

Armagedããã…

¡Atenção, todos! ¡Aproxima-se o fim da natureza!


HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Mas a NoCu tá firme e forte. HAHAHAHAHA

(N.Chomsky extendeu o sentido de 'gramática' e chegou à dizer q uma placa como essa não é gramatical, pois não faz sentido. Com seu pretenso ecologismo e seu raciocínio extinto, ¿será essa placa um exemplo de colourless green idea sleeping furiously? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA)

3 comentários:

Oncotô? disse...

“Liberte os urubu”, dum pixador na Bienal, soaria mais plausível, né?

Permafrost disse...

Oncotô,
¡Na mosca!

Pra tentar metaforizar a morte, um artista cerca de arame alguns urubu e uns túmulo. Mal percebe q ele mesmo se torna uma metáfora da truculência humana na apropriação e destruição de reservas natural pra fins lucrativo e simbólico. Resumindo:

http://s1352.beta.photobucket.com/user/drplausivel/media/NunoRamosPalhaco.jpg.html

Oncotô? disse...

Deu erro a foto aqui.

(Fi-loViajando) Às vezes nos tornamos escravos de nossas próprias liber(ali)dades. A arte explica/explicita a vida. Cage na jaula* ouvindo 4′33″** ficaria louco e surdo.

*Trocadinho canhestro que sempre quis usar. **Ou talvez era melhor ter somente indicado "tacet".

...

Mas... sei lá. Às vezes acho que pra uma massa populacional com hipo-não-sei-das-quantas, uma mensagem igualmente hipo-não-sei-das-quantas seja realmente efetiva e apreendida (ou o mais psicologicamente possível disso) por tal massa. País de tronhos, solução de tronhos. Ou: deus não tem dedos no país dos desdedados.

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