05 novembro 2008

obaoba mamá

Não dou seis meses.

(...conhecendo aquele povo, como conheço)

14 comentários:

Permafrost disse...

E é uma pena.

Pudim de leite disse...

Seis meses ¿para que?

Permafrost disse...

Olha, apóio Obama sem restrições. Mas não dou seis meses antes do primeiro atentado. Tou até vendo alguém vazar um vídeo do bin Laden parabenizando o rapaz. Espero tar errado.

Pracimademoá disse...

Eu esperava um post mais longo sobre este assunto, porque o que eu estou vendo de hipoplausibilose nas internetes com este assunto é uma coisa fenomenal.

Principalmente todo esse oba-oba porque um negro foi eleito - contra o vovô McCain e uma netinha mais burra que o Bush. Ah, puxa, que façanha! Que escolha difícil para os americanos, hein!

E a negrada americana tá parecendo brasileiro quando o Guga ganha em Roland Garros: gozando com o pau dos outros. Até parece que a vida deles vai mudar por causa de UM negro. "We reserve the right to deny service to ANYONE." Inclusive ao presidente. Isso não muda.

Mas tem gente dizendo que "é o fim do preconceito". Eu tenho uma ponte linda para vender pra essa gente. Preço de ocasião.

E se o Obama fizer uma grande cagada e afundar de vez com o país? Onde vai ficar o orgulho negro? Onde sempre esteve, é claro.

"Fim do preconceito." A gente ouve cada uma...

Linha disse...

tipo "efeito Celso Pitta", né? Eu pensei a mesma coisa que o Pracimademoà. E também tava esperando comentàrio mais longo do dotô.

Permafrost disse...

Demoá e Linha,
Sexta-feira tem. O Dr tá se preparando pra dar uma palestra sobre "Tricotossomia pendulária em hipodromedários competicionais" na Associação Brasileira de Jockeys de Mangalarga amanhã à noite.

Em outro blogue, num debate sobre racismo, comentei isto:
"O Obama, candidato mulato, venceu com uma margem mínima do total de votos sobre o partido de Bush e de Sarah Palin, dois lame ducks. É um começo. Talvez daqui a 20 anos, outro mulato ou um negro de lei vença com uma margem de 10%, se for bom."

ralencar disse...

Eu queria entender uma coisa: se houvesse o preconceito que dizem que há, será que ele teria sido eleito?
Se bem que os concorrentes eram ruins demais. Eu só me pergunto por que colocaram os piores que tinham pra concorrer com ele... parece coisa de conspiração.

Senta na Lambreta disse...

Two words:

WHITE GUILT.

Pracimademoá disse...

Two words:

HOCKEY MOM

Senta na Lambreta disse...

Four words:

WHITE GUILT + HOCKEY MOM

Daniel Brazil disse...

Não é o fim do preconceito, claro, mas é um grande passo em direção à igualdade. Não enxergar isso é miopia cerebral. "Terra de oportunidades", não é o que dizem? Um negro conseguiu a sua, finalmente. Isso é que é ação afirmativa, e não cota em universidade, he he he!

Observador D disse...

Tem razão doutor. Este Obervador tbm percebeu que os personagens da peça foram devidamente linearizados: de um lado, o Grande Herói, que passou por tudo e todos, Obama; do outro, a encarnação do demônio Bush. A vitória de Obama foi importante para o mundo. E para os "Euá", como vc diz. Mas ele é só um homem. Usa papel higiênico como qualquer um de nós. Expectativa demais, nesse caso, pode cair numa decepção fundada em equívocos no futuro. Até a próxima Doutor!

Permafrost disse...

Observador,
Tenho a impressão de q teu comentário é sobre o "train is train, jog is jog".

Tou achando o mesmo: qdo a bola bate na parede, ela sempre volta.

Edinho disse...

Eu li isso no Pequeno Príncipe faz muito tempo...kkkkkkkkkkkkkkkk

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