27 outubro 2008

O Fator K

Êi, vc q é eleitor, ¿vc acredita mesmo q votação eletrônica é confiável?

HAHAHAHAHA

Cada idéia q me aparece.

Mas digamos q sim.

Aí ganha aqui em SPaulo o Fator K*. E aí vêm os comentaristas políticos explicar o ocorrido.

• Chega um e diz q a campanha do Kassab foi melhor e portanto convenceu o povão.

hahahaha

Té parece Vc pode até ficar de cabelos em pé vendo filme de terror, mas ¿daí a acreditar naquilo? O povo é a massa de manobra mas não é massa de moldar. Aliás, ¿alguém presta atenção em campanha?

• Chega outro e diz q o voto num candidato é a rejeição a outro.

HAHAHAHA

Té parece. Se o povão não se dá ao trabalho de racionalizar o voto, ¿vai se dar ao trabalho de racionalizar o não-voto?

• Chega outro e diz q o partido do governador é q elege o prefeito.

HAHAHAHA

Té parece. O povo tá tão inconsciente do partido do governador qto do prefeito. Falar de partido é coisa de torcedor de câmara e fofoqueiro político.

Aí vem um cara e pensa certo. Tal de Dimenstein. Quem votou em Kassab votou pq durante sua estadia na prefeitura o povão viu q prefeito é um cargo meramente administrativo q tem pouco a ver com questões partidárias / ideológicas / nacionais. A prefeitura é um âmbito executivo local, não é um âmbito legislativo nacional. Pessoas como a Marta e outras ficam aí embolando o meio de campo, mistificando a prefeitura, querendo fazer o povão crer q ela, se eleita, teria atribuição, poder e envergadura pra se meter em ideologia, qdo prefeito serve é pra erguer placa, escovar sarjeta e trocar lâmpada.

Pois aí o povão veio e ¡pumba!

Q sirva de lição.

*© Herpes da Fonseta

9 comentários:

Gabriel Mendes disse...

É, mas no Rio aconteceu justamente o contrário...

Permafrost disse...

¿Foi mesmo? Sou completamente ignorante sobre política carioca. ¿Q aconteceu lá?

Gabriel Mendes disse...

o partido do governador elegeu o prefeito...

Permafrost disse...

Ah, aqui em SP o prefeito tbm é do partido do governador. E em BH, acho. Mas eu tenho dúvidas qto à interpretação de q uma coisa leva à outra. Se fosse assim tão mecânico, então a maioria das cidades do estado sempre elegeria quem o governador apóia, não? ¿E isso acontece?

Pracimademoá disse...

http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2008/10/26/lula-vieiraexclusivo-a-vitoria-de-gabeira/

Permafrost disse...

Demoá,
Li lá o texto. Bem interessante – embora parcial, como fica claro nos comentários.

O Gabeira é outra pessoa q não tinha nada q se meter a prefeito. Esses partidos q querem MUDAR as coisas deviam lançar apenas candidatos ao legislativo (aprendi isso com minha patroa). Como disse alguém algures "De que adianta o Gabeira ser a favor da descriminalização da maconha se como prefeito ele não pode descriminalizá-la?" Parece coisa de bobeira pelo executivo mesmo.

Andre disse...

Olha, pode até ser que a campanha não convenceu ninguém. Mas sem a campanha da televisão o Kassab não ganharia de jeito nenhum, pelo fato de que a maioria das pessoas, antes da campanha, apoiava as atitudes do prefeito, sem relacionar que o prefeito é o Kassab. E foi isso o que a campanha fez: apresentou o prefeito à população, que via ações e as apoiava, mas não sabia de onde vinham, uma coisa que é comum quando um vice desconhecido assume o comando.

Então, de fato a campanha não serviu para convencer. Serviu pra que acontecesse a associação do nome com a pessoa.

Aliás, mesmo em âmbito executivo nacional o povão tá pouco ligando pra ideologias. É só o país estar mais ou menos bem, o cara é eleito ou reeleito. Burrice do PSDB não ter tomado nenhuma atitude por ter achado que o Lula sangraria até não ser reeleito em 2006.

Ideologias, partidos e similares não influenciam o povo. Só os acadêmicos pensam nisso.

Pracimademoá disse...

Olha, eu não estava defendendo o Gabeira, não, OK? Só compartilhei um texto que tinha visto na véspera. Eu mal acompanho a política da minha região. Do Rio, muito menos.

Permafrost disse...

Ah, tá explicado. Terpretei mal.

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