04 abril 2005

O ranço, o bolor e o mofo

Dia desses, levei a nosso esfuziante Dr Plausível algumas indagações sobre a irracionalidade embutida em diversos dogmas religiosos e muito me aprazei pelas risadas q inspirei. Tipo,

(1) ¿O q faz um muçulmano qdo viaja pro outro lado do mundo ao exato antípoda de Meca? ¿Ele fica desnorteado e reza de cabeça pra baixo?
(2) ¿Qual é a propriedade mística q falta ou sobra à carne de porco pra q um judeu não possa se alimentar dela?
(3) ¿Por que é q uma pessoa com escroto, pênis e mamilos magros pode rezar missa católica e uma pessoa com vagina, útero e mamilos gordos não pode?

É triste mas é verdade q já não há esperança de curar as religiões de suas hipoplausibiloses. O Dr Plausível ri, mas dum riso abnegado. Entre bufadas e escarroteios, ele explica num tom meio melancólico q as religiões mais bem sucedidas são justamente aquelas q têm mais regras e restrições, e q estas foram criadas e disseminadas qdo havia escrita mas não conhecimento, qdo havia tradições mas não ciência. Só podia dar nhaca, pois com tantas regras e restrições, fica óbvio q estas são um fim em si mesmo, ¿ora pois não?

Mas, ¡ó ranço dos ritos! ¡ó mofo das massas!, não há tratamento plausoterápico q resolva isso.