24 novembro 2004

Frique chou

Aqui no Brasil, poucas pessoas sabem o q é o festival de música do canal Eurovision. Pouquíssimas sabem do EuroJunior, o festival pra crianças de entre 8 e 15 anos. E pouquizíssimas já sabem qual vai ser a nova frente de vendas da indústria de cosméticos. Nosso embasado Dr Plausível sabe as três coisas. Vodzêprucê, ¡ô cara informado!

Este ano ganhou o EuroJunior uma espanhola de 9 aninhos chamada María Isabel: uma artista nata, realmente impressionante, uma fúria no palco, uma voz de flamenco já pronta, um arraso total. A engraçadíssima letra da música vencedora - Antes muerta que sencilla (Antes morta q sem-graça) - foi allegedly escrita pela própria María Isabel. Segundo a ãã autora, a música fala dela mesma, de como é vaidosa, não sai na rua sem maquiagem e não liga pra o q dizem dela. Veja o vídeo e a letra. (Aviso: aos olhos brasileiros, vai parecer um freak show.)

Mas cá entre nós. À parte o seriíssimo e visível talento da moleca, o Dr Plausível só dá risada. Ano q vem, todas as cosmetarias vão lançar produtos pra pré-púberes. Afinal, as meninas também têm todo o direito de se sentir bem consigo mesmas e com seus corpinhos, não? ¡¡RARARARARA!! E o preconceito contra a feiúra das menininhas é muitíssimo mais sério q o contra a das adultas, não é? A crueldade infantil é notória, não é? E se as menininhas de 8 anos podem aumentar seu poder de sedução, melhorar sua auto-estima e potencializar seu diferencial de conquista, ¿por que não? Aprender desde cedo a cuidar de si seria bastante educacional, não? ¡¡pfffrrrRUÁRUÁRUÁRUÁffmmm!!

É pra facilitar a vida dessas crianças q a Lancôme vai lançar um creme hidratante infantil com o revolucionário mXL-09, q não agride a pele pré-púbere, justamente na época da vida em q ela precisa se preparar pràs grandes mudanças q virão... Já a BodyShop vai lançar o desfibrilador facial com glucomostóide de amendoim, o componente ativo nas pinturas faciais das crianças da tribo Finhoquós do Camboja.... E a Clinique vai apostar numa linha completa de cosméticos infantis de última geração q promete amenizar as marcas da idade, preservar a infantilidade da pele e permitir q as meninas brinquem, dancem, chorem e se lambuzem de chocolate sem perder o charme...

Haja saco.

¡E isso q nem falei dos cosméticos masculininhos!

30 comentários:

BiaBerna disse...

PZ: "... Veja o vídeo e a letra... aos olhos brasileiros... freak show".
Sabe de uma coisa? Dá de considerar que a UE, com sua elevada diversidade -atual de 25 nações e que chegará a umas 40-, já está a fazer todo mundo (incluído os EUA), a comer pó, em criatividade para os próximos tempos.
Cá/BRA, alguns mais ou menos atentos às coisas do Ocidente, já deveriam largar de mão os imaginosos que ocupam mentes, estilo freak-show, e passar deveras, a cogitar de que a palavra-chave estará "diversidade de etnias, hábitos, coisas-locais". E cá entre nós, algum modo deveria haver de banir DF&mazelas, do centros das atenções.

BiaBerna disse...

1. Uma em tempo real, colegas-garotas frequentam academias da parafernália. - Pra quê, se tudo nos trinques? -- É divertido. - Até quando? -- Até aborrecer.
2. Já acompanhei (de passagem) super-academias, se instalarem, viverem lotadas, desaparecerem, salão enorme a alugar, até o ponto não tem perspectivas!
3. Em agosto de 1934, uma estatística de trabalho, estado de Connecticut/EUA, indivíduos, idade, quantidade: 2 a 3 anos: 2; 3-4 anos: 2; 4-5 anos: 8; 5-8 anos: 21; 8-1 anos: 34; no total até 16 anos havia 246 indivíduos a trabalhar de 10 a 14 horas diárias.
4. Disso tudo aí, depois de misturado no caldeirão, dá de conjecturar o quê? Que "tudo que é sólido se dissolve no ar". (rarará...)

PZumarán disse...

Se eu dissesse q não entendi the point do seu comentário, ¿estaria eu fadado ao desenluio?

BiaBerna disse...

Num dos estudos/fac, utilizou-se a obra de Marshall Berman "Tudo que é sólido se dissolve no ar"; expressão originalmente, de Marx.
1. "Para Marshall Berman, ser moderno é viver uma vida de paradoxo e contradição, em que se é ao mesmo tempo revolucionário e conservador...".
[juntar os dois segmentos
http://www.recensio.ubi.pt/modelos/sinopses/
sinopse.php3?coddoc=364 ]
2. As colegas (incluo-me!) estariam a "consumir" um item (academia) do momento, com a convicção de que "tudo passa", é só o tempo de surgir outro item - tudo está num vir e num passar.
3. Nos anos 1930/EUA, havia trabalho infantil, como no século anterior houvera escravidão dos africanos, e no século anterior houvera a conquista e expulsão dos indígenas.
4. Nos anos 1960 houve o "proibido proibir" e, em 2004/EUA há a Condi Rice.
5. "Tudo que é sólido se desmancha no ar" facilita situações paradigmáticas.

Marcus Pessoa disse...

Vixe, Permafrost, você está recebendo a visita de uma lenda viva das caixas de comentários dos Wunderblogs...

Permafrost disse...

Marcus,
¿Viu só? E muito me apraz.

Bia,
"Paradigma", como conceito determinante e/ou fio condutor de época, é como um resumo muito abreviado de uma ópera. É como diz Woody Allen: "Fiz um curso de leitura dinâmica e li Guerra e Paz em 20 minutos. É sobre a Rússia."

Esqueça paradigma; pense em vocabulário. Leia Contingency, Irony and Solidarity, Richard Rorty. Boa tradução portuguesa.

BiaBerna disse...

I) PZ: "W.A.: "... leitura dinâmica, li Guerra e Paz em 20 minutos. É sobre a Rússia."
1. Esperto WA disponibilizou-se empiricamente de situação paradigmática: "Para eu falar a respeito de GP? Deixa comigo! Trata de evento na Rússia."
2. Referente paradigmas, está de bom alvitre o instalar de contexto:
a) "para sustentar o quê?"
b) "diante de quem?"
c) "qual o intento em mente?"
A depender do interlocutor e, do assunto e, da condução ajustada, o dizer de WA dá conta do recado

II) Reparar que todo curso de graduação disponibiliza uma infinitude de situações paradigmáticas.
Da área médica:
- neurocriptococose
- hipertiroidismo e hipotiroidismo
- síndrome de hiperinfecção
- refluxo duodenogástrico em portadores de colecistolitíase
Da área de engenharia:
- motor-derivação
- dínamo para alimentar redes trifilares
- metamotores
- indução
Poder-se-ia "soterrar" um servidor!

III) O paradigma e a estratégia na tomada de decisão tem tudo a ver. Considerar que qualquer manifestar do indivíduo envolve dispor de estratégia - exceção em caso de estar fora de si, doente, à mercê.
1. Para abordar paradigmas e situações paradigmáticas, muito digitar estará necessário. A seguir vai-se com um "case", pelo O Globo, domingo, 28/11/04, entrevista do cardeal P. E. Arns: "Esses erros foram cometidos a partir dos portugueses que descobriram o Brasil e mandaram para cá a escória da sociedade, os menos preparados, os menos desejados em Portugal. Essa foi a primeira coisa. A segunda foi dividir o Brasil em grandes propriedades, as capitanias hereditárias. Estas ficaram até os dias de hoje. Depois fizeram o Brasil ser dependente da Europa e dos Estados Unidos, sobretudo da Inglaterra até 1933 e, depois, dos Estados Unidos. Portanto, acho que Portugal tem tanta culpa como o Brasil e os brasileiros daquele tempo..."
2. Considera-se que o cardeal -um sábio brasileiro-, disse tantos estapafúrdios, que estaria plausível considerá-lo um imbecil de marca maior, de sábio estaria zero-à-esquerda.
3. O cardeal está com paradigmas errados, seja devido estar mal intencionado, ou estar indivíduo sem estudo, ou estar um burrão só! O cardeal adotou situação que já ouvi de colegas-masculinos: "O cara não pede pra nascer. Culpa é de quem coloca no mundo". Uma parvoíce sem tamanho do cardeal.
4. Para abordar participação de Portugal na construção do Brasil, deve-se recorrer aos paradigmas das devidas épocas. O cardeal simploriamente descartou a história e, adotou a situação paradigmática umbigo-de-mundo, como comumente o brasileiro o faz. O Brasil está uma porçãozinha (apesar do territoriozão), no Ocidente.
5. O Ocidente/2004 resulta de um comboio de performances: Gregos, Império Romano, Igreja de Roma, Península Ibérica, Reino Unido, Estados Unidos. Está óbvio que Brasil ainda não empreendeu nada, que chegasse aos pés do que fez Portugal em outras épocas.
6. Está paradigmaticamente uma tolice de marca maior, qualquer brasileiro abordar Brasil, tal como o fez a besta-quadrada PEA.

PZumarán disse...

A diversidade/conectividade européia é assombrosa; e espero q a Europa volte a influenciar a América Latina e q retrogradência dos EUA se defenestre de volta pra dentro de si mesma. Um trompetista amigo meu acha q as únicas coisas boas q apareceram nos EUA vieram dos negros de lá. Não concordo ipsis-literis, mas dá o q pensar.

BiaBerna disse...

PZ: "... Esqueça paradigma; pense em vocabulário."
1. Todo vocábulo coloca Situação Paradigmática. Toda sentença estende SP. Todo parágrafo amplia SP. Todo argumento, enredo, obra... avolumam em SP.
2. Uma idéia, não tem necessariamente de dispor de SP's porém, é só a idéia estar associada à uma estratégia, aí sim haverá SP.
3. Há métodos, estudados e assimilados em cursos específicos, que facilitam enquadrar a SP do interlocutor; não necessariamente deve "acertar em cheio", mas é só passar perto que interlocutor afrouxa estratégia e, então fica de flanco-aberto, vulnerável, rapidinho destrambelha.

PZumarán disse...

Vc está pensando em vocabulário como palavras. Vocabulário pode ser de qqer gama de coisas, inclusive um vocabulário de paradigmas, ações, estratégias, &c Os cursos de graduação 'disponibilizam' vocabulários pra estrategizar o lidar com situações paradigmáticas, não o contrário (ou seja, não 'disponibilizam' sit. par. pra lidar com vocabulários).

Ao longo da história, não são os paradigmas q mudam primeiro. Primeiro mudam os vocabulários. O Brasil é esta troncha não por falta de estratégias pra lidar com paradigmas, mas por lacunas de vocabulário (incluse no português) pra mover, esclarecer e disseminar as est. e os par.

A Europa é o q é porque toda aquela mistura de línguas e culturas facilita o intercâmbio, a assimilação e a extensão de vocabulários.

Leia o Rorty.

BiaBerna disse...

O que o blog pró plausíveis está a carecer do quê? De plausibilidades, uai! O mantenedor PZ está a rolar a ribanceira do des-plausível! Só pode!

I) PZ: "Vc está pensando em vocabulário como palavras."
1. Então é assim, é? Joguinho da ambiguidade? Em blog da palavra escrita, PZ adota proceder inútil! Que coisa feia, PZ! Tal atitude forma rastro tiro-no-pé! Futuro negro para PZ, dá de antever! Isso que cá inexiste espírito-de-Cassandra. Te cuuuuuuuuuida, malandro!
2. "Vocabulário: lista dos vocábulos de uma língua, em geral desacompanhados da respectiva definição ou com uma explicação muito sucinta; léxico; dicionário". Pra todo mundo estaria bem colocado isso acima, menos para o Único no mundo... PZ!

II) No âmbito da área do profissional de medicina, se reunidos os vocabulários das 50 especialidades, daria volume em conteúdo próximo a 700 mil vocábulos; no âmbito da informática já está em, torno de 150 mil; na engenharia em torno de 500 mil.
[nota: quantidades citadas foram obtidas de colegas no campus, pelas diversas áreas, sem precisão, tudo por alto]

III) PZ colocara: "Esqueça paradigma, pense em vocabulário."
1. Evidente que sempre se pensa acompanhado de vocábulos; está inútil pensar em bola sem o vocábulo "bola", pensar no Sol sem o vocábulo "sol".
2. O vocábulo está na estrutura da idéia. Porém, para passar da idéia para estratégia, sempre haverá um paradigma para dar sentido, conexo, apuro.
3. Da idéia "bola" para a estratégia "jogo com bola", houve um compor com vocábulos e paradigmas; está criada uma situação paradigmática.

IV) PZ: "Os cursos de graduação 'disponibilizam' vocabulários pra estrategizar o lidar com situações paradigmáticas..."
1. PZ está a confundir -ou confundido-, pois está a redigir confusamente seus confusos!
2. No ensino Superior, tudo se dá pelo raciocinar dedutivo: "calcular a instalação de condicionar o ar num ambiente", "intervir cirurgicamente em órgão interno humano", etc etc. Período de alguns anos pró pró estudo de situações paradigmáticas. Após as situações, são fixadas na mente os paradigmas E os vocábulos servem para ordenar os paradigmas num volume de fácil acesso.
3. Todo mundo está careca de saber isso daí, arre!

V) PZ: "... ao longo da história, não são os paradigmas q mudam primeiro."
1. A História registra os paradigmas ao longo das gerações e épocas. As gerações se sucedem ao natural. E as épocas alternam segundo complexos de paradigmas: num primeiro momento estão firmados, num momento adiante ficam obsoletizados, sendo substituídos pela nova "safra paradigmática".

VI) PZ: "... O Brasil é esta troncha não por falta de estratégias pra lidar com paradigmas..."
1. Em todo o território nacional/BRA, seja no meio milhar de universidades, seja no ensino Fundamental e Médio, inexiste a disciplina "Paradigmas e Situações Paradigmáticas".
2. Indivíduo brasileiro ignora o Ocidente, coloca BRA como umbigo-do-mundo e, ainda por cima troça do resto-do-mundo.

BiaBerna disse...

I) PZ: "Leia o Rorty".
1. Quer-se, desta tribuna-blog, admoestar PZ! É isso mesmo, tal como consta aí: a-d-m-o-e-s-t-a-r! Dar-nos-dedos de PZ! Pois merece!
2. Há uma regra-blog, singela: "Quando no texto houver necessidade de indicativo de obra, que o seja feito, mas atenção para um detalhe: algum trecho extraído essencial deverá estar no comentário."
3. Estás a entender, PZ? Já deverias ter facilitado, para os leitores-blog, algum trechinho de Rorty, que consideres plausível. Pôxa, Pz, estás ou não pró plausibilidades? O título do blog está só chamariz?
4. Além da gente aqui ter que compor raciocíonios, ainda deve-se tomar cuidado com as trampolinagens de PZ? PZ contraria todas as regrinhas-blog! Vai ver que PZ ignora a respeito de blog: "Como proceder para progredir o blog".

II) Está impossível "ler Rorty". Evidente que PZ não se dá o trabalho de imaginar o quanto está-se a ler! Para PZ ninguém lê! Daí recomwendar

BiaBerna disse...

II) PZ: "Leia Contingency, Irony and Solidarity, Richard Rorty. Boa tradução portuguesa."
1. Reparar PZ que estás a sugerir que aqui se imite o WA, que leu uma obra de 1000 páginas, em 20 minutos, e falou: "É sobre a Rússia".
2. Aqui, seguindo o método/PZ, ler-se-ia o livro recomendado, em 6m37s, e dir-se-á: "É sobre o liberalismo pragmático."
3. Ora, ora, seu PZ, brincadeira tem hora, e não está na hora, assim interpreto! E com a palavra escrita não há chance de brincadeira, pois tudo forma rastro.

III) Pois bem, buscou-se um sumário da obra que PZ insiste em querer que se leia.
1. Deparou-se com um texto a respeito da obra de RR: "... O pensamento Rortyano tenta colocar a política-e, em especial, a democracia-no centro das preocupações humanas..."
2. Xiiiiiii! Ô PZ, devo informar de antemão: sou popperiana até a medula, desde criancinha. E na linha do pensamento de Popper, isso daí de Rorty está para liquidar ainda mesmo no ninho. Acompanhar o raciocínio:
- plausível "democracia: regime menos ruim" (W.Churchill)
- democracia simplesmente está a quebrar-um-galho
- democracia está a bola-da-vez
- portanto, democracia não está "preocupação"
- portanto está tão somente pro uso&abuso
- ou seja, democracia obsoletizará num tempo adiante
- nenhuma mente sã dedica tempo para aprimorar
- democracia vai aos trancos&barrancos, e só!
- claro que "política" leva o mesmo interesse: nada!

BiaBerna disse...

IV) Êi reparar PZ, outro extraído: "K. Popper dá ao conceito para historicismo: faz da predição histórica a sua principal finalidade (ensinando) que esse fim pode ser atingido se se descobrirem os 'ritmos' ou as 'tendências gerais' que submetem os desenvolvimentos históricos".
1. Deu de atinar, PZ? Um popperiano (aqui! eu!) interdita fulminantemente (feito um dragão!), qualquer propositividade de anunciar o futuro estudadamente: pretensão de mente vigarista!
2. Qualquer estudo motivado pela preocupação com a democracia, está "historicismo" e, o indivíduo popperiano que se tem em conta, não vacila... chuta-o-pau-da-barraca!

BiaBerna disse...

V) Êi PZ, a respeito do Rorty, encontrei cada link fenomenal, de me pôr abismada! Reparar num extraído:
a) "Para Rorty, o paradigma Moderno da filosofia centrado na epistemologia assenta numa teoria do conhecimento que restringe a reflexão filosófica e, com isso, o desenvolvimento humano.
b) "... Essa teoria do conhecimento parte de uma noção do universo como constituído por essências e de uma definição do Homem focada na capacidade de descobrir tais essências.
c) "... Assim, a 'filosofia-como-epistemologia' ocupa-se da forma de realizar o potencial humano através da criação de um conjunto de regras e métodos que garanta exactidão na descrição que faz das essências da realidade.
d) "... Estes instrumentos visam levar à revelação (pela ciência e pela filosofia) do super-vocabulário em que todas as outras práticas discursivas são comensuradas-o vocabulário da 'Verdade', da 'Realidade' e da 'Justiça'.
e) "... A filosofia moderna criou para tal o modelo do Espelho da Natureza, no qual a mente reflecte a realidade e o papel da filosofia é garantir a fidelidade desses reflexos, atestando assim que o conhecimento humano converge para a 'Verdade'."

VII) O neguinho (Rorty!) tá lelé-da-silva!
O estágio atual das ciências:
- genoma (decifrar código genético),
- nano-tecnologia (lidar com partículas fundamentais),
- bio-tecnologia (modificar geneticamente),
varreu do mapa a filosofia des-paradigmatizada. Ocorre que há uma infinidade de paradigmas já firmados como "verdade"; há um volume de paradigmas em magnitude estratosférica, de eliminar chances de desenvolvimentos sem os levar em conta.
Êi PZ, o tal de "super-vocabulário" nada mais é do que a infinitude de paradigmas contidos nas ciências.

PZumarán disse...

Vocabulário é, por exemplo, o nome q os jazzistas dão ao conjunto de frases, truques pessoais, &c de cada músico; é o nome q os pintores dão às técnicas e motivos de cada um. Não precisa acreditar em mim: use o Google. Veja qtas menções q achei em português/espanhol (e em inglês) a estes vocabulários:

de sinais: 18 (842)
de idéias: 14 (265)
de técnicas: 3 (214)
de frases: 32 (158)
de truques: 1 (44)

Novos paradigmas em potencial são criados todo dia: todo dia alguém pensa algo novo, alguém inventa uma estratégia nova de fazer algo, ou vê as coisas de um jeito diferente e revolucionário. Porém, somente aqueles paradigmas potenciais q se sustentam num vocabulário novo é q vão adiante e se disseminam e portanto viram paradigmas de fato. Veja a revolução industrial ou a criação da internet: duas mudanças de paradigma cuja criação e desenvolvimento seriam completamente impensáveis numa língua inelástica, inóspita e abarrotada de regras como o português.

Dito isso, digo isto:

O post q originou esta tangente sugeria q era mais plausível q a indústria cosmética tenha patrocinado a vitória da musiquina infantil no Eurojunior, do q seria plausível q uma menina de 9 anos, por mais talentosa, tenha composto a tal musiqueta (logo logo, com certeza, vai sair uma versão brasileira). Não sei de onde vieram seus dois comentários iniciais, aparentemente sobre a dianteira européia no quesito 'diversidade' e a moda (passageira ou não) das academias de ginástica.

Não havia nenhuma menção ao Rorty porque ali não cabia. "Leia o Rorty" é a propósito dos seus comentários e de sua análise paradigmática de tudo, e absolutamente nada a ver com o tema central deste blog.

E novamente eu insisto, largue tudo q tem a ler no momento, e leia Contingency, Irony and Solidarity pra desenfastiar um pouco essa coisa de paradigmas. Ficar lendo extratos e comentários de segunda-mão não vai esclarecer nada.

BiaBerna disse...

Claro que estava pontinha, só, coisinha de nada, e numa puxadinha, e mais um puxar, e de tanto puxar... no final um enveredar em proporções everésticas: mudar de foco, de assunto, ummundaréu&escarcéu.
1. A respeito de "vocabulário", isso sempre houve, e há! No meu curso/fac, há um calhamaço de vocábulos, no sentido que PZ coloca. E pelo agrupar surgem formas distintas de paradigmas. A ciência feita está um catálogo de paradigmas.
2. PZ: "Não precisa acreditar em mim...". Quiquéhíssuóxente? "Acreditar em mim" pra quê? Coisa pró aborrecer, constranger? Tô fora!
3. PZ: "... Veja a revolução industrial ou a criação da internet: duas mudanças de paradigma..." Considera-se que essas duas citadas não estão "mudanças de paradigmas", mas sim estão para "instalar de novos ambientes". Os paradigmas surgiram em tais ambientes.
4. PZ: "... Não sei de onde vieram seus dois comentários iniciais... dianteira européia..." Cá entre nós, também não sei! Coisa de cabeça no momento, leitura em cima da hora ou, aquilo que der-na-telha. Tudo bem, interrompe-se por aqui, pra não apoquentar o Leitor.

PZumarán disse...

Sobre 29/11/2004 18:01:41:
¿Regra-blog? ¿Tás delirando? ¿Já ouviu falar em livre-arbítrio, pluralidade, internet?

Sobre 18:26:59:
Sorry, BBerna, mas propus exatamente o contrário do q o WAllen fez: propus q vc lesse o RRorty por inteiro e com atenção. O q *vc* fez é q foi parecido com leitura dinâmica: coletou algumas googladas e concluiu (e erroneamente), "Ah, é sobre liberalismo pragmático."

Verdade q agora, reconhecendo teus popperismos, acho q vc não vai se interessar muito pelo Rorty. É triste mas é verdade. O RR tá mais pra filosofia, ética e política, e o KP tava mais pra basear tudo em ciência, dedução, &c e não gostava de historicismo.

PZumarán disse...

Por favor não tome a última frase como dizendo q o RRorty é historicista. Pelo contrário (aliás, não entendo gente q o chama disso). No livro em questão ele se descreve como "liberal ironist". Pra entender o q isso quer dizer, só lendo.

BiaBerna disse...

I) PZ: "... Regra-blog? Tás delirando? Já ouviu falar em livre-arbítrio, pluralidade, internet?"
1. "Tás a delirar?"... (rarará rarará rarará...)... "livre-arbítrio"... (ririri ririri ririri...)... rir-de-doer!
2. Ô PZ, pro teu conhecimento, há sim metodologia para lidar na internet: blog, fórum,gds - de modo a permitir um aproveitar máximos (conhecimento, estilo), num empregar de mínimos (tempo, matérias).
3. Êi PZ, internet está um ambiente de virtualidades, tal como o ambiente terrestre de realidades. Porém, ambientes que não têm nada a ver entre si. Posicionar o "real" bem pra cá, o "virtual" bem pra lá e, entre ambos imaginar universo-fosso.
4. Há "n" regrinhas para participar&usufruir de ambientes virtuais. Evidente que somente os indivíduos que conhece-as, e leva-as em conta, é que se propositam empregá-las

II) PZ: "... Sorry... propus o contrário de WA... propus ler o RRorty por inteiro e com atenção."
1. Mas cara-pálida, estarias de mente obliterada? É a idéia que passas, caramba! Te custa perceber que já deverias ter instalado um tópico com um trecho teu lido da obra de Rorty! É assim que se procede em blog! Rregrinha simplezinha: "Quando citar uma obra, o provedor do blog deve dar partida (disparar) do assunto por meio de trecho selecionado, seja para ambientar ou seja para armar laço".
2. PZ... capice? Instalar trecho teu "teu", de ti, ó raios! Além do mais, PZ não está com essa-bola-toda pra sugerir leitura seja lá do que fôr! Pois PZ nem faz idéia do que está agendado -leituras-, junto aos participantes do blog, aliás coisa que nem lhe interessa!
3. Sugere-se que PZ instale um tópico com trechinho selecionado, da obra que PZ está a citar, de Rorty, e então sim suastentará embate.
4. "Ler RRorty por inteiro e com atenção"... (rororô rororô rororô)... quanta chocarrice de PZ!

III) PZ: "... com popperismos, acho q vc não vai se interessar muito pelo Rorty."
1. No raciocinar popperiano -emprego desde que me conheço por gente-, o vocábulo "pragmatismo" está vigarice só: a) indivíduo que verbaliza sobre pragmatismo, está vigarista-maior, b) indivíduo que se anuncia atuar pragmaticamente, está ingênuo-vigarista.
2. Para o indivíduo pragmático "para além dos fatos em si, não há nada a levar em conta", "o pragmatismo valoriza um objeto pelos efeitos acarretados", "o pragamisto é um tremendo generalizador, indutivista nato", "o pragmático agarra-se ao fato e não sai-de-cima".
3. Popper: "racionalismo engendra abstrações", "para o racionalista, além dos fatos há possibilidades, há conjecturas sobre a base dos fatos", "no racionalismo, o fato disponibiliza uma situação de fenômeno, para deslindar, elucidar, contextualizar"; o pragmático se sustenta por opinião, se torna um opiniático, avança em posturas de tiranete, e quando se dá conta está o despota - ora "zinho" ora "zão"!

IV) Um considerar. O pragmatismo está associado, originalmente, com Peirce (1839-1914), James (1842-1910) e, Dewey (1859-1952). O autor RRorty, um cristão-novo abusado num inventar-de-roda, que PZ coloca para assuntar, levou um chega-pra-lá de Olavo de Carvalho: http://www.olavodecarvalho.org/livros/rorty.htm

BiaBerna disse...

I) As notas a seguir são extraídas do livro "Filosofia Sem Privilégios", J.P.Cometti, Edições ASA/PT, 1995.
1. FSP p.59: "... as interpretações de R.Rorty inscrevem-se inteiramente em contracorrente aos princípios, aos pressupostos e às convicções que animaram a filosofia desde Platão..."
- Credo cruzes! O indivíduo RR tá muiloco, sô! RR obsoletiza o mundo ocidental, num estalar-de-dedos!
2. p.70: "... RR vê hoje nas idéias pragmatistas a possibilidade duma filosofia adptada à cultura, tal como exigem as mutações deste século..."
- Oh! céus! "Filosofia adaptada à cultura"...céus ao cubo! Uma inversão de valores, tipo colocar pirâmide na vertical, invertida, pico no solo!
- figurativo com adaptar da tecnologia do automóvel ao conforto dos ocupantes: na realidade, grau de conforto será condicionado à tecnologia disponível, à aplicável aos veículos e ao trânsito.
3. p.86: "... para RR a filosofia desempenhou efetivamente um papel de primeiro plano na cultura até o século XVIII, mas no século seguinte foi suplantada pela literatura, a consciência passsou a surgir pelo romance..."
- Terrível isso daí coisa de matar-o-véio!
- Destaca-se que as ciências no séc.18 já estavam a dar passadas-de-sete-léguas, a teoria do sistema solar de Copérnico-Kepler-Newton tirara de vez a religião da parada;
- A filosofia adotara movimento cauteloso, também na direção de ficar descolada da religião;
- A literatura estava a explodir, a recuperar o tempo perdido! Evidente que a literatua abarca tudo, superficialmente! Mas a literatura nem chega perto, muito menos raspa, as demais áreas do cogitar humano!
4. p.90: "... RR acentua que não existe na verdade nada que não exista nas afirmações verdadeiras... o que está de interessante na verdade está certamente contido nos interesses que lhe são associados... RR distorce o que Dewey afirmou: 'a verdade é o que funciona'..."
- De cair-da-cadeira e do-chão! Socorro... o chão sumiu! Acontece que RR está a detonar com o silogismo aristotélico!
- Para RR é só relacionar a premissa-maior e a premissa-menor e deu! Tá feito-o-carrêto! A conclusão não importa!
[nota: até a página 126 o tal de RR abusa da paciência da gente, só!]

II) Êi PZ, sei não, mermão! Muda de time, cara! Vira o disco! Inverte, inverte! Ou reverte, reverte! Ou azoa, azoa!

BiaBerna disse...

Muito bem, PZ, um ultra zeloso quanto às plausabilidades de detalhes, mas quanto ao assuntar, as plausabilidades vão pras-cucuias! O problema de PZ está... no tranco! Ou na rebimbela-da-parafuseta!

PZumarán disse...

1.
¡¿O QUÊ?! ¡¿Metodologia para lidar na internet?!

¡¡HAHAHAHAHAHAHA!!

¿Quer dizer q é compulsório? Se eu não passar no exame da Ordem da Regreiros de Blog ¿eles cortam minha conexão? Se eu não usar "a metodologia de lidar na internet" ¿vc manda a rádio-patrulha me pegar?

¡¡PATAQUAQUAQUAQUAQUA!!

2.
Qdo quero recomendar um livro, só poderia citá-lo na íntegra - do contrário só estaria recomendando um parágrafo; motivo pelo qual minha citação do Contingency, Irony and Solidarity foi *justamente* "Leia Contingency, Irony and Solidarity na íntegra, preferencialmente no original".

Difícil saber o q vc está pensando, mas acho de bom tom e apropriado informar a esta altura q este blog não é um curso universitário, nem uma tese de mestrado, nem a casa da Mãe Joana.

3. Mas ¡¡QUE MEDÃO q o Olavão Quadradão tem de ser seduzido pelo Rorty, hem!! ¡Faça-me o favor! Ainda bem q as "mocinhas caipiras" tem Cérberos como ele pra proteger seus ouvidinhos influenciáveis. Além do mais, tanto o Olavão qto o Comettinho não entenderam zicas de qual é a do Rorty e ficam aí linguarungungulando diagnósticos e veredictos: ¿como podem assimilar algo do qual discordam a priori? E vc achar q o Rorty é um "cristão-novo"... pffff

Em vez de ficar aí lendo comentários e citações pra se apriorizar-contra, leia o original no original (q língua tbm conta nessas horas). Se vc não tem tempo de ler agora, tudo bem: leia na velhice. E se não estiver a fim de ler, então não leia. Mas se ficar aqui jogando Paradigma, e achando popperinamente q estamos mais perto da Verdade q um beduíno do século IV, então ¿q fazer? Rir.

BiaBerna disse...

I) PZ: "metodologia internet... hahaha".
1. Até o momento, sem intento de ocupar espaço-blog para teses, PZ não colocou vírgula siquer "assim é que Pz vê na obra de RRorty". Ao invés de ficar só no de solicitar a leitura, que supõe-se exigiria um bocado plausível de tempo do leitor, PZ poderia ter a gentileza de colocar umas pérolas, alguns seus extraídos. Permitiria poder-se antever o que PZ leva em conta no RRorty!
2. Assim é como se procede em blog, assim está a recomendar uma regrinha-blog! Plausabilidades ao alacance de todos! E ainda mais ao vixsar o plausível! Um mínimo de plausabilidades no blog, não é assim, cá neste?
3. O livro citado de RRorty está "esgotado"! Seja na biblioteca ou em livrarias! O que é que se passa? Alternativa foi buscar-se abordagem sobre RRorty. Encontrou-se "Filosofia sem privilégios", e extraiu-se trechinhos; o Google disponibilizou artigo-malho de Olavo de Carvalho.
4. Evidente que para o raciocinar popperano, o autor RRorty está de dias-contados, frito, pra saboaria! Mas isso são outros quinhentos!

II) PZ: "... leia o original no original (q língua tbm conta nessas horas)..."
1. Caso PZ já o tenha feito isso daí, então qual o motivo de não se permitir instalar algum trecho, para dar algum recado mínbimo? Afinal, até o momento, PZ engripou no RRorty! Fica no repetitivo "leia leia leia leia...". Mas, imaginar leitura de livro de elevada complexidade, em quanto tempo? Por alto, imagino período de semanas! Dr. Plausível, pensar bem!
[nota: expressos originalíssimos: MEDÃO, Olavão Quadradão, "mocinhas caipiras", Cérberos, linguarungungulando, beduíno do século IV]

o bloco da brevidade disse...

Um trilhão de palavras, piruetas e piparotes só pra dizer:

"PZ, tá difícil achar o livro. Dá pra pôr um trechinho aí pra gente ver?"

Djízuz.

BiaBerna disse...

Para Djízuz do "trilhão".
I) Já consegui passar as vistas por um volume, mas só numa de folhear e "roubar" trechinhos, pois é artigo importado, preço em euros (meu cartão já tá por-aqui!). Daí que estou a recomendar que PZ dê uma palhinha, instale um texto selecionado, ou frasezinhas, para a gente dar início a um embate, de leve sem atropelos!

II) Umas de RRorty:
1. "RR batalha para que os indivíduos do Mundo Novo (EUA) se propositem em busca de um Outro Mundo, além do que se encontram". Entendo que está pura insensatez tal idéia! Nos EUA, continua a haver gerar de novidades, em quantidade maior do que todo o mundo que está a competir. Além do que, a singularidade maior no Ocidente está conduzida pela UE, enquanto ligada para compor nova modalidade de Estado, arranjo de federação com confederação. Portanto, pura tolice de RR.!
2. "RR foi platônico na sua formação, mas por fim largou tudo e adotou o pragmatismo de Peirce, James e Dewey, e passou a mirar na filosofia a partir dos gregos". Pois entendo que neste ponto RR despencou num buraco-negro, de estar engolido pra todo o sempre. O Ocidente é Sócrtes&Platão&Aristóteles até a medula, até as células-troncos! Loucura pura de RR, suas idéias exigem um ruir-de-torres para o Ocidente!
3. E assim por diante, Djízuz! Vê se pode o PZ segurar as pontas? Tá frito!

PZumarán disse...

Ok. Eu comprei a minha cópia pela Amazon. Na contracapa, diz:

"... [RR's] sustained critique of the foundationalist, metaphysical aspirations of philosophy has had a galvanizing effect both inside and outside philosophy departments ...

"In his new book Rorty argues that thinkers such as Nietzsche, Freud, and Wittgenstein have enabled societies to see themselves as historical contingencies, rather than as expressions of underlying, ahistorical human nature or as realizations of suprahistorical goals. This ironic perspective on the human condition is valuable on a private level, although it cannot advance the social or policical goals of liberalism. In fact Rorty believes that it is literature not philosophy that can do this, by promoting a genuine sense of human solidarity. Specifically, novelists such as Orwell and Nabokov (both discussed in detail in the book) succeed in awakening us to the humiliation and cruelty of particular social practices and individual attitudes. A truly liberal culture, acutely aware of its own historical contingency, would fuse the private, individual freedom of the ironic, philosophical perspective with the public project of human solidarity as it is engendered through the insights and sensibilities of great writers.

"The book has a characteristically wide range of reference from philosophy through social theory to literary criticism ..."

Já dá meio pra notar q o assunto do Rorty é algo q o Olavão, o trabuco ambulante, só pensa q entendeu.

Uma nota sobre paradigmas:

A visão paradigmática é como uma apresentação no Powerpoint. "O Assistente de Apresentação do Powerpoint ajuda vc a tornar sua apresentação mais clara e sucinta". Basta vc seguir o template, responder às perguntas e tá pronta a apresentação. A visão paradigmática é um template onde vc pode colocar qqer coisa: vc pode chamar qqer coisa de paradigma, contanto q vc responda às perguntinhas do "Assistende de Auto-Conteúdo". Nas empresas, o Powerpoint é a praga do pensamento, da comunicação e do intercâmbio humano. Ele faz qqer idéia mezzo-imbecile parecer inteligente e estruturada, e faz qqer noção half-baked parecer um primor de desenvolvimento.

Se tiver chance de ter aula ou conversar com uma pessoa *realmente* inteligente, note como, por mais q o recado seja estruturado e claro, é o q ela põe nas entrelinhas q importa - os apartes, as diquinhas, os parênteses, coisas q o Powerpoint nunca vai mostrar. Pràs idéias chochas, pràs noções gerais, pros conceitos chãos, tanto o Powerpoint como o Paradigma estão de boa medida.

Se vc olhar bem, até mesmo o teu estilo de escrever parece uma apresentação no Powerpoint: ítens, subdivisões, séries de dados, frases impessoais, jamais um "eu" ou um "você". Vc só adiciona pitacos de condescendência.

Este é meu comentário final sobre o assunto. Por favor, tenha a última palavra, e já basta. Tenho mais o q fazer.

Entre aqui pra dar risada. Pois se o Dr Plausível cai na gargalhada é porque trata-se de algo ridículo, e se vc discordar, é de vc q ele vai dar risada.

BiaBerna disse...

I) PZ: "... A visão paradigmática é como uma apresentação no Powerpoint..."
1. Que horror! PZ se parece com elefante-em-sala-de-cristal. Na obra de Thomaz Kuhn, encontraram mais de vinte explicativos para vocábulo "paradigma". E o autor reconheceu que não estava safisteito.
2. Situações paradigmáticas ao profissional de medicina:
- "Fasciíte plantar": causa comum de dor no calcanhar
- "Cirurgia da obesidade mórbida": IMC>40kg/m2
- "Espondilartropia": osteoporose e outras.
Na área da medicina, beira-ao-infinito em situações...
3. Na História há infinitude de situações: Ocidente, 1789, Via-Crucis, Hiroshima, "Do povo para o povo", 1954, Aristóteles, Nove de Julho...
4. No filme IA -Inteligência Artificial-, há o recurso de sete vocábulos paradigmáticos (para o filme): Sócrates, cirro, furacão, decibéis, golfinho, partícula, tulipa.
5. As pinturas de Da Vinci -mãe e filho-, expressam situação paradigmática; pinturas de raptos-de-mulheres, idem; quadro Guernica de Picasso, idem.
Expressão "o diabo é sábio não por ser diabo, mas por ser velho", dá conta de situação paradigmática. Avenida Paulista/SAO é paradigmática. A presença de computador no quarto da criança sugere situação paradigmática...

II) PZ: "... estilo de escrever parece uma apresentação no Powerpoint: ítens, subdivisões, séries de dados, frases impessoais...".
1. Isso daí não tem nada a ver com paradigmático, mas sim com metodização, aplicar metódico. Ocorre que para levar a contento um vaivém dialético, há de se ter disciplinamentos, apuros. E blog está de bom tamanho para desenvolver idéias, embates intelectivos, exercícios de raciocínios.
2. No jogar-de-toalha, há evidente opção para status de plausível-da-vida.

Neanderthal disse...

WHAT THE FUCK IS GOING ON??????????

da Costa disse...

que loucura, cara

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